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Palmeiras tem cheiro de favorito na Copa do Brasil

Marcelo Oliveira já esteve em duas finais, perdendo ambas, mas tem elenco suficiente para manter o nível de competitividade do time no Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil.

Maurício Capela

27 Agosto 2015 | 16h07

Ainda restam algumas vagas abertas para as quartas-de-final da Copa do Brasil. Mas a julgar pelo cardápio desta última quarta-feira há um clube que desponta entre os competidores: o Palmeiras.

Ainda que se deva reconhecer o excelente momento do Santos, a heróica classificação do Vasco, o clube paulista parece desenhado a ir adiante na competição nacional. Se vai ganhar ou não, é outra conversa.

Até porque convém aguardar se, de fato, os gaúchos Grêmio e Internacional vão desembarcar na próxima etapa do torneio. Uma vez lá, são times sempre indigestos no mata-mata. E, principalmente, o Grêmio lá pode assumir algum rótulo de favoritismo.

Portanto, de posse desse contraponto, levando-o sempre em consideração, o Palmeiras reúne condições ao caneco, porque tem uma pequena conjugação de fatores à disposição. Primeiro, o farto elenco. Segundo, um treinador conhecedor do estilo da competição nacional. E por fim, o estilo de jogo do atual técnico.

Depois de mais de duas dezenas de contratações para essa temporada, o Palmeiras pode rodar o elenco tranquilamente entre o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil. E sem sofrer, inclusive.

Além disso, em uma competição de mata-mata, saber pressionar o adversário logo de cara, usar o contragolpe e transformar chances reais em gols tornam-se decisivos para o avanço no torneio. E o Palmeiras faz tudo isso. E bem. Bem melhor que a média de times no País.

Por último, o seu treinador, Marcelo Oliveira. Duas vezes vice-campeão da Copa do Brasil, perdendo uma para o Vasco e outra para o Palmeiras, o atual técnico do time conhece o trajeto até a decisão.

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