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Choque de realidade?

Luiz Zanin Oricchio

08 de fevereiro de 2013 | 21h11

 

Tomo a expressão de alguns comentaristas. Com a venda de Barcos, a direção do Palmeiras, em especial seu presidente, Paulo Nobre, deu um choque de realidade na torcida.

Bom, desconfio muito desses choques de realidade. Mas, vamos lá. O Palmeiras, parece, não está mal das pernas apenas dentro de campo (embora tenha vencido ontem, mas…). Vai mal também de cofre. Mal de grana. O negócio foi o seguinte: o Palmeiras recebe do Grêmio cinco jogadores e mais uma grana, 7 milhões. Parece negócio.

Mas acho que não é. Trazer jogador de baciada dá certo? Estavam encostados no Grêmio. E se estavam encostados devia haver algum motivo, não é?

O dinheiro. Esse, a torcida pode tirar o cavalinho da chuva. Dinheiro entra em clube (em especial clube endividado) e some como água em cima da areia. Há dívidas a serem pagas, e etc. Não vai ser para contratar jogador e, menos ainda, jogador à altura do que saiu.

Não que Barcos seja um Messi. Longe disso. Mas é bom jogador e carregou o Palmeiras nas costas no tempo difícil do ano passado. Ele e Marcos Assunção. Os dois saíram. Coincidência? Acho que não.

A torcida não quer saber de dinheiro. Quer saber de jogador e bom time em campo. Só isso.

Está certíssima.

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