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Diário da Copa 2014. Nas quartas, um clássico europeu: França x Alemanha

Luiz Zanin Oricchio

30 de junho de 2014 | 19h54

 

A duras penas, França e Alemanha fizeram seu dever de casa e eliminaram Nigéria e Argélia.

Não sem dificuldades. A França só foi encontrar o caminho do gol no segundo tempo. Com Pogaba e Yobo, os dois oriundos de cobranças de escanteio. 2 a 0.

A Alemanha sofreu mais. Foi para a prorrogação. E, logo no início Schürrle marcou, pegando errado na bola num cruzamento certo. Ficou indefensável para o goleiro Rais, o melhor jogador da partida. Já nos acréscimos da prorrogação, Özil aumentou. Mas, por incrível que pareça, a Argélia ainda descontou com Djabou e quase empata no último lance. 2 a 1.

Uma partida que começou morna e terminou alucinante. Grande jogo. Mais um. E a entrega dos argelinos tem de ser destacada como uma das coisas mais belas desta Copa.

Enfim, heroísmos à parte, passam as seleções mais tradicionais, as que conseguem definir partidas difíceis. Os mais frágeis ameaçam, se empenham, se matam, às vezes jogam melhor que os adversários mas acabam ficando pelo caminho. Aconteceu ontem com o México. Aconteceu hoje com a Argélia. Faz parte do futebol. A isso chamamos de peso da camisa. Não é uma regra absoluta, mas seleções que têm ampla história, jogadores de renome, influência, etc, entram com uma imponderável vantagem em campo. Em geral vencem.

Agora projeta-se para sexta-feira um jogaço desses de antologia. França x Alemanha. E no Maracanã, ainda por cima.

Um bom aperitivo para o nosso sofrimento, que virá pouco depois sob a forma de Brasil x Colômbia.

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