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Felipão, sim senhor

Luiz Zanin Oricchio

29 de novembro de 2012 | 17h38

Agora que está confirmado o nome de Felipão, forçoso constatar que pesou mais o aspecto emocional do que o racional.

Talvez (com certeza) Scolari não é tão bom taticamente como Luxemburgo. Não vai montar um time moderno como o que Mano estava tentando colocar em prática. Não parece tão estudioso e consistente como o Tite que fez de um time sem craques o melhor do Brasil.

Mas Scolari tem a aura do “grande condutor”, o navegante impávido que sabe atravessar mares revoltos e conduzir seus discípulos.

O preço a pagar para estar em sua “família” é um: adesão completa. Todo mundo vai ter de estar fechado com ele. Em nome de uma causa comum, a conquista do Mundial, dentro do País.

Pode conseguir, como não?

Futebol não se resolve apenas no plano da racionalidade, conforme acreditam alguns colunistas, muitos deles meus amigos e gente que eu admiro.

O fator psicológico tem um peso incrível. No futebol. E na vida.

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