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Foi bom ter tirado Mano?

Luiz Zanin Oricchio

27 de novembro de 2012 | 21h59

Cada vez mais fica claro que a demissão de Mano Menezes teve caráter político. A dupla Marin- Del Nero queria se livrar da herança de Ricardo Teixeira e acabou tirando o técnico, que fora indicado por ele após a derrota na Copa da África.

É provável que tenham um problema em mãos, já que geraram um senhor estresse na seleção. Como disse o Andrés (que também deve sair) aos jornalistas: “Vocês podem imaginar como os jogadores estão se sentindo”. É claro. Uma troca de chefia. Há os indiscutíveis, mas outros, que estavam prestigiados por Mano, podem perder o lugar. Por outro lado, conforme for o novo treinador, alguns descartados podem voltar. É o caso de Ronaldinho Gaúcho, por exemplo.

Enfim, um tsunami em má hora, que pode ter suas consequências. Se o novo assumir e vencer a Copa das Confederações, tudo bem. Mas e se perder? Será que vão trocar de novo, às vésperas da Copa do Mundo no Brasil, 64 anos depois da derrota para o Uruguai?

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