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O Galo brilhou

Luiz Zanin Oricchio

27 de fevereiro de 2013 | 13h29

Em meio a essa ressaca terrível que se abateu sobre a Libertadores, tivemos ontem um belo jogo entre Atlético Mineiro e Arsenal, de Sarandi. Com perdão do trocadilho, foi uma apresentação de gala do galo.

Saiu perdendo, virou e goleou. Poderia ainda ter feito o sexto gol, se Ronaldinho não tivesse perdido um pênalti. 5 a 2 ficou de bom tamanho. Placar clássico, que lembra o da final do Brasil contra a Suécia em 1958.

A perda do pênalti não empanou nem a atuação do Atlético e nem a de Ronaldinho, um maestro verdadeiro. Ele e Bernard mataram a pau. O garoto fez nada menos que três gol. Ronaldinho comandou o time, deu passes preciosos, enfim, fez a diferença.

Acho que o Atlético está com um time pronto para ganhar a Libertadores e mais o que vier pela frente. Cuca é adepto de um futebol agradável, bem aplicado taticamente, mas não retrancado. Pelo contrário: joga um futebol para a frente, ofensivo, bem ao estilo do que era a norma do futebol brasileiro. Pelo menos, o dos times grandes. Os pequenos sempre jogaram na retranca, com honrosas exceções.

Enfim, em meio à tristeza generalizada, foi uma alegria ver o Galo jogar. E brilhar, em pleno campo do adversário.

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