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O que resta de emoção ao Campeonato Brasileiro de 2015?

Luta pelo título, pela última vaga para a Libertadores e disputa contra o rebaixamento devem garantir interesse do torcedor até o fim

Luiz Zanin Oricchio

17 de outubro de 2015 | 12h17

 

  • A disputa pelo título entre Corinthians e Atlético-MG. Emoção ainda moderada, porque o time de Tite tropeça muito pouco e, desse modo, consegue manter uma distância confortável de cinco pontos para o segundo colocado. O Atlético é menos consistente, mas joga mais bonito. É belo vê-lo ainda acreditar no sonho e atacar, sempre. Se essa situação se mantiver, o jogo entre Atlético e Corinthians, dia 1/11, pela 33ª rodada, no Horto, ganha ares de uma “quase” final de campeonato. E talvez sejamos obrigados a retirar o “quase” da frase.
  • A disputa pela quarta vaga para a Libertadores. Esta é acirradíssima. Basta ver a última rodada. Os postulantes perderam seus jogos – Santos, São Paulo, Palmeiras, Flamengo e Internacional. Do Santos, que está em quarto, à Ponte, em nono, há apenas a distância ínfima de dois pontos. Para não falar do Sport do Recife que, em décimo, com 43 pontos, não é carta fora do baralho.
  • Por fim, a luta contra o rebaixamento, que envolve pelo menos sete clubes já que o Cruzeiro, pelo jeito, vai se livrar do vexame de ser bicampeão brasileiro e, no ano seguinte, cair para a segunda divisão. Coritiba, Goiás, Vasco e Joinville estão na “casinha”. Avaí, Figueirense e Chapecoense, na porta. O Vasco, com os últimos resultados, viu sua situação se complicar de novo, depois de ensaiar uma reação fantástica. Eurico Miranda está se queixando de conspiração, atitude que não chega a ser novidade.

Por conta dessas incertezas, as oito últimas rodadas devem ser muito interessantes. Para dizer o mínimo.

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