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Santos, campeão da Recopa

Luiz Zanin Oricchio

26 de setembro de 2012 | 21h13

Muita gente vai dizer que não vale nada. Em especial, quem não a disputa, porque é um jogo entre o campeão da Libertadores e da Sul-americana. Mas, que diabo, é mais um título, mais um troféu que vai para a Vila.

E chega num momento de baixa do time. Um mau segundo semestre, com planejamento ruim, a venda de Ganso para um rival direto e dúvidas em relação ao futuro.

Enfim , um título é um estímulo, e pode mudar as coisas, pois no futebol, como na vida, os fatores psicológicos são muito importantes.

O jogo, em si, não foi fácil. La U jogou bem no início, mas depois Neymar foi fazendo a diferença, como de hábito. A presença dele muda o time, todos parecem ter mais confiança e jogam melhor. Se deu ao luxo até de perder um pênalti e não se abalou.

É isso. Depois de muito estresse, a alegria volta à Vila. Não é pouca coisa, pois, como dizia Oswald de Andrade, a alegria é a prova dos noves.

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