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Um bom clássico entre Palmeiras e Santos

Luiz Zanin Oricchio

12 de julho de 2016 | 23h56

Bom, mas não ótimo. O Palmeiras, com dois desfalques, o principal deles o de Gabriel Jesus, não foi o mesmo de outras partidas. Ficou meio paradão, sem velocidade. 

Mesmo assim, abriu o marcador logo aos 6′, com Mila, de cabeça, numa falha da zaga santista na cobrança de um escanteio. Essas bolas aéreas continuam sendo pesadelo para a defesa do Santos.

O time da Vila tinha mais domínio territorial, mas não conseguia ser objetivo na finalização.

Voltou bem melhor no segundo tempo. E conseguiu empatar com um chute de Gabriel, que foi desviado por um defensor e “matou” o goleiro Fernando Prass. Sorte? Faz parte. 

No terço final do segundo tempo, os dois times tentaram o desempate, alternando ataques, lá e cá. Consequência: o jogo ficou mais interessante.

Nesse toma lá dá cá, o Santos esteve mais perto do gol que o Palmeiras. Thiago Maia teve a bola do jogo nos pés, mas isolou.

No todo, o empate foi aquilo que se poderia chamar de “justo”, com o placar expressando o trabalho e a arte que se viram em campo.

Se eu tivesse de dar uma nota à partida, seria, de 0 a 10, seis e meio.

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