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Alison é campeão sem Emanuel. Fim da dupla?

Demétrio Vecchioli

29 de outubro de 2013 | 22h57

Alison

Alison e Emanuel, dupla de maior sucesso na história recente do vôlei de praia masculino brasileiro, sinônimo de entrosamento, pode vir a ser, ironicamente, o principal argumento da CBV para rearranjar as parcerias da seleção brasileira, algo que não fez no início da temporada.

Juntos eles não subiram ao pódio nenhuma vez no Circuito Mundial. Separados em duas etapas, fizeram duas finais (uma cada). Seria melhor para eles trocarem de parceiros? A resposta está com a técnica deles e da seleção, Letícia Pessoa.

Como o Grand Slam de Pequim foi cancelado, o Open de Xiamen, também na China, virou um Grand Slam. E as duplas inscritas naquela oportunidade foram mantidas. Por isso, Alison jogou com Vitor Felipe e Emanuel com Evandro.

Dessa vez quem se deu melhor foi Alison, que venceu o companheiro na fase de grupos, passou por uma dupla americana, venceu Nicolai/Lupo e ficou com o ouro na final contra a dupla da Holanda. Emanuel e Evandro caíram nas quartas, contra os italianos. Antes haviam eliminado Ricardo/Álvaro.

Já Pedro Solberg e Bruno Schmidt perderam a chance de conquistar o título mundial. Eles não aproveitaram a eliminação da dupla da Letônia nas oitavas de final e também caíram nesta etapa, diante de Patterson/Gibb (EUA).

Assim, a diferença segue sendo de 250 pontos, com uma etapa (de 500) para ser disputada. Os brasileiros precisam ser campeões e contar com eliminação dos letões nas oitavas. É bem difícil.

FEMININO – Entre as mulheres, segundo título seguido de Walsh/May, na segunda etapa desde que Walsh voltou de gravidez. Na final, primeira derrota em decisão de Talita/Taiana, por 2 sets a 1 (21/14, 17/21 e 15/12). Ágatha/Maria Elisa ficaram nas quartas e Maria Clara/Carol ficaram nas oitavas. Lili/Bárbara Seixas não foi.

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