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BMX evolui mais um pouco – desta vez no feminino

Demétrio Vecchioli

30 de setembro de 2013 | 23h41

Bianca

Desta vez as meninas se deram melhor que os meninos. Em Chula Vista (EUA), o melhor resultado brasileiro na quarta etapa da Copa do Mundo de BMX Supercross veio com Bianca Quinalha e Thaynara Morosini, que chegaram até a semifinal. Renato Rezende parou nas quartas.

Esta é a primeira vez que duas brasileiras avançam juntas à uma semifinal de Copa do Mundo, o que mostra a evolução do esporte no Brasil. Além disso, três brasileiras ficaram entre as 20 melhores da tomada de tempo. Bianca foi 16ª, Priscila Stevaux a 19ª e Thaynara (de 18 anos, ainda júnior) ficou em 20º.

Priscila parou nas quartas, envolvida num acidente, mas as outras duas avançaram. Eliminadas na semi, Bianca acabou em 12º. Thaynara em 16º.

“Apesar das meninas não terem conseguido disputar a grande final, aos poucos estamos conquistando boas performances. A cada competição conseguimos novos resultados inéditos para o Brasil que são vistos e reconhecidos pela comunidade do BMX internacional”, afirma Guilherme Pussieldi, técnico da seleção brasileira de BMX.

No masculino, Renato avançou com o 21º tempo do time trial e foi terceiro na sua bateria de oitavas de final. Nas quartas, numa série forte, liderada pelo norte-americano Connor Fields, terminou em sétimo, sendo eliminado.

Igor Martins avançou às oitavas, mas parou ali. Ezequiel Souza, Leandro Miranda, Rogério dos Reis e Miguel Dixini ficaram na tomada de tempo mesmo. Precisavam ficar entre os 64 melhores para se classificarem e não conseguiram.

FINAL – Em Chula Vista, com a quarta etapa, acabou a Copa do Mundo de BMX. Renato Rezende, que fez duas finais, terminou em 10º. Ele acabou prejudicado por uma lesão na Holanda, quando teve que deixar a prova. Ainda parece não estar recuperado. Rogério Reis ficou em 47º, uma posição à frente de Igor Martins.

No feminino, valeu a regularidade. Por isso Priscila foi a 16ª e Bianca a 17ª. Thaynara, que só participou de duas etapas, terminou na 27ª colocação. Aos 18 anos, já ameaça as mais velhas. Squel Stein, representante do Brasil na Olimpíada, acabou apenas no 47º lugar.

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