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Brasil estreia mal na classe Nacra17

Demétrio Vecchioli

27 de julho de 2013 | 21h33

Linda imagem do Mundial da Nacra17, novo barco olímpico

Linda imagem do Mundial da Nacra17, novo barco olímpico

Não começou bem a história da vela brasileira com o barco Nacra17. Nesta semana aconteceu em The Hague (Holanda) o primeiro Mundial da classe depois que ela foi confirmada nos Jogos Olímpicos do Rio. E a dupla brasileira acabou apenas na 55ª posição.

Como a classe é mista, obrigando que um homem e uma mulher formem a dupla no catamarã, o Brasil foi representado por Clinio de Freitas e Cláudia Freitas (Cacau Swan). A CBVela não se apresentou como responsável por enviar o barco. Até agora não houve competições da Nacra17 no País.  A Coluna do Murillo informou que no fim de junho houve um Campeonato Brasileiro, com os quatro Nacra17 que existem no País.

Clinio é veterano da vela brasileira. Tem 49 anos e uma medalha de bronze olímpica em casa. Em Seul/1988, era ele o parceiro de Lars Grael no pódio da classe Tornado. Clinio ainda competiu nos Jogos de Barcelona/1992, ficando em oitavo na mesma classe, novamente com Lars.

No Mundial, os brasileiros foram relegados à flotilha prata, na qual terminaram na 30ª posição. A competição teve oito regatas, sendo cinco com os barcos divididos em três flotilhas e outras três já com separação entre os melhores e os piores. Clinio e Cláudia começaram bem o Mundial, com um 10º lugar, mas não conseguiram manter o rendimento.

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