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Derrota em Abu Dabi pode tirar Luciano Corrêa da seleção

Demétrio Vecchioli

26 de novembro de 2013 | 10h15

Não foi boa a participação brasileira no Grand Prix de Abu Dabi de Judô, no último fim de semana, nos Emirados Árabes Unidos. A CBJ dividiu os atletas com chance de seguir na seleção entre este torneio (de menor pontuação) e o Grand Slam de Tóquio.

O time que foi a Abu Dabi não era tão forte, mas poderia ter feito melhor. Aliás, deveria ter feito melhor. Hugo Pessanha e Luciano Corrêa, amigos e companheiros de treino no Minas, levaram ippon logo na estreia deles na categoria 100kg. Perderam de um suíço (!) e de um alemão, respectivamente.

Mauro Moura, que disputava apenas seu terceiro torneio no ano, parou na segunda luta da categoria até 81kg. Mesmo desempenho de Marcos Seixas, da até 73kg. Não conseguiram provar que merecem seguir na seleção.

Resultados melhores, só dois. Diego Santos ficou com o quinto lugar na categoria até 60kg e segue na seleção. O gaúcho enfrentou na semi e na repescagem dois russos fortes e acabou batido pelo campeão olímpico. É o 15º do mundo e vai fechar o ano entre os 22 melhores.

Samantha Soares, de apenas 20 anos, acumulou duas vitórias e duas derrotas e também ficou em quinto na até 78kg. Bom porque não há ninguém para ser reserva de Mayra Aguiar.

Já Bárbara Timo, que vinha de bons resultados, perdeu na estreia da até 70kg. Está no 19º lugar do ranking mundial e precisará lutar a seletiva para seguir na seleção – direito apenas das 14 primeiras.

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