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E o que mais? – Semana teve evolução no hóquei, na ginástica rítmica e na canoagem

Demétrio Vecchioli

20 de agosto de 2013 | 14h00

hoquei

HÓQUEI SOBRE GRAMA – A propaganda do rugby vale parcialmente para o hóquei sobre grama masculino do Brasil. As derrotas são menos acachapantes, mas o resultado final é o mesmo. Nesta semana, em Brampton (Canadá), a equipe terminou novamente no sétimo e penúltimo lugar a Copa América da modalidade, vencendo (de novo) só o Uruguai e repetindo o resultado de 2009.

Com relação ao placar, o que era 9 x 0 para o Chile, 9 x 1 para o México, 9 x 0 para Trinidad & Tobago e 10 x 1 para o Canadá virou, respectivamente, 5 x 0, 3 x 2, 5 x 2 e 3 x 1. Contra os mesmos rivais, o Brasil foi de 37 x 2 para 16 x 5. É uma evolução. A vitória sobre os uruguaios, diferente de 2009, porém, só veio nos pênaltis.

Essa foi a quarta edição da Copa América. O Brasil não jogou em 2000, foi nono (ganhando do Uruguai) em 2004, e sétimo em 2009. A Argentina venceu em 2013 e 2004. O Canadá em 2009. Por não ter ficado em sexto, a seleção brasileira joga contra o Uruguai uma seletiva para a Copa América de 2015.

GINÁSTICA RÍTMICA – Depois do resultado surpreendente na etapa de Minsk da Copa do Mundo, o Brasil reencontrou seu lugar na etapa de São Petersburgo (Rússia), neste fim de semana, terminando em 14º no geral no conjunto. Não deu pódio, mas houve evolução na apresentação.

Na qualificatória das três bolas e duas fitas, o conjunto brasileiro foi o 13º, com 15,066 pontos. Na dos cinco pares de maças, a 12º, com 14,850. Melhor do que nas eliminatórias em Minsk (13,650 e 13,700) mas pior do que na final na Bielo-Rússia (16,133 e 15,566). Por conta da colocação nas eliminatórias, o Brasil não teve direito a participar da final em São Petersburgo.

No individual, Angélica Kvieczynski terminou na 33ª colocação com 60,433 pontos (12,683 na maça, 15.850 na fita, 16,050 no arco e 15,850 na bola). No Brasileiro, no começo do mês fizera 59,700 pontos. “Nós estamos muito felizes com nossas apresentações. Cada vez que as meninas entram em quadra o resultado é ainda melhor. Isso mostra que estamos no caminho certo”, disse a técnica Camila Ferezin. O Mundial começa em 28 de agosto.

CANOAGEM – O Brasil participou com equipe completa da quinta etapa da Copa do Mundo de Canoagem Slalom, em Tacen (Eslovênia), e conseguiu chegar às semifinais de todas as provas olímpicas. A evolução, portanto, foi coletiva. Na etapa de Augsburg (Alemanha), última da qual o Brasil participou, só Ana Sátila chegou à semifinal.

Foram semifinalistas na Eslovênia Jean Pereira (28º de 45 no C1), Fabio Scchena (33º de 71 no K1), Ana Sátila (25ª de 41 no K1) e Anderson Oliveira/Charles Correa (18º de 24 no C2). O Brasil ainda teve Ricardo Taques (47º) e Pepê (43º) no K1 e Leonardo Curcell (36º) e Felipe da Silva (39º) no C1. Por equipes (provas não-olímpicas), ótimos resultados: sétima posição na canoa e sexta no caiaque.

MARATONAS AQUÁTICAS – Ana Marcela Cunha (Sesi-SP) é mesmo maratonista. Para encerrar um período de 28 dias em que nadou 40km no Mundial de Barcelona, disputou uma etapa de 10km no Canadá e participou do José Finkel em São Paulo, nada melhor do que nadar mais uma maratona. Mas a Travessia de Brasília, no Lago Paranoá, teve o percurso reduzido de 10km para 2,5km. Mesmo assim ela ganhou mais uma etapa do Circuito Brasileiro, seguida de Betina Lorscheitter e Gabriela Cordeiro Ferreira, ambas do GNU. No masculino, vitória de Samuel de Bona (também GNU), seguido de Victor Colonese (Unisanta) e Fernando Pontes (GNU).

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