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É só o começo – Promessa brasileira fica em 14º no Mundial Sub-23 de Remo

Demétrio Vecchioli

28 de julho de 2013 | 01h42

Se há uma modalidade olímpica que não evoluiu nada nos últimos anos é o remo. E mais uma prova disso foi dada nesta semana, quando aconteceu o Mundial Sub-23 da modalidade, em Linz-Ottensheim, na Áustria. Só dois brasileiros participaram e nenhum fez sequer final B.

O melhor resultado foi de Beatriz Tavares, que acabou em segundo a final C do single skiff (prova olímpica). Isso significa dizer que ela terminou o Mundial na 14ª posição. A atleta, porém, tem apenas 18 anos. O Remo em Voga conta que Beatriz, atleta do Flamengo, também vai disputar o Mundial Júnior, daqui a duas semanas, na Lituânia.

E destaca que ela tem boas chances de ser a parceira de Fabiana Beltrame no double skiff nos Jogos do Rio/2016. “A Beatriz é a favorita sim, porque mesmo sendo muito nova, já tem índices muito bons e combina muito comigo, gostar de treinar sério, é dedicada e disciplinada. Mas ao mesmo tempo, não quero que ela se sinta pressionada, tudo tem o seu tempo, e quando ela estiver pronta, estarei esperando”, disse Fabiana ao jornal O Dia.

Já o gaúcho Evaldo Mathias Becker (21 anos), do Grêmio Náutico União, ficou com o terceiro lugar na final D do single skiff peso leve (prova olímpica). Assim, terminou em 21º o Mundial.

(PEGUEI ESSE PARÁGRAFO DO REMO EM VOGA) O melhor resultado de um brasileiro num Mundial Sub-23 foi a prata do amazonense Ailson Eráclito, em 2009, no single kkiff peso leve, prova em que ganhou o bronze no ano seguinte. Ausente em 2011, o Brasil participou com três barcos no ano passado, todos no masculino: quatro com peso leve (8º lugar), double skiff (14º) e dois sem (17º).

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