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Japão domina Mundial de Judô e vai forte para 2016

Demétrio Vecchioli

30 de agosto de 2015 | 11h34

Principal potência do judô, o Japão vai chegar aos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, mais forte do que nunca na história recente da modalidade. Neste domingo, os japoneses se despediram do Mundial de Astana, no Casaquistão, ganhando por equipes tanto no masculino quanto no feminino. Alcançaram 17 medalhas, de 20 possíveis. No ano passado havia sido 11.

A campanha só não é melhor do que aquela do Mundial de Tóquio, em 2010, quando os donos da casa ganharam 23 medalhas. Mas os parâmetros de comparação são diferentes, uma vez que naquele torneio o Japão inscreveu dois atletas por categoria – brigava por 36 medalhas. Agora, só são permitidas duas “dobras” no masculino e duas no feminino.

Em Astana, o Japão ganhou três categorias masculinas (leve, meio-médio e meio-pesado) e outras três femininas (meio-leve, leve e meio-pesado). Só não foi ao pódio no peso médio feminino e no meio-leve masculino, na qual tinha dois atletas inscritos.

Por equipes, o Japão venceu a Coreia do Sul na final masculina e a Polônia na feminina. Geórgia e Mongólia ficaram com os bronzes entre os homens, enquanto Alemanha e Rússia terminaram em terceiro entre as mulheres.

Os resultados do Mundial, entretanto, não podem ser projetados para a Olimpíada. Dos 14 campeões mundiais de 2011, só três repetiram o título em Londres, no ano seguinte. O Japão, que ganhou 17 medalhas naquele Mundial e projetava 11 na Olimpíada, sendo cinco de ouro e cinco de prata, acabou com apenas sete, fazendo duas finais e conquistando um único título.

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