Judô brasileiro conquista sete medalhas na Europa; Luciano Corrêa é destaque
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Judô brasileiro conquista sete medalhas na Europa; Luciano Corrêa é destaque

Demétrio Vecchioli

15 de fevereiro de 2014 | 17h00

Vinte e oito judocas, só sete medalhas – uma para cada quatro. Não dá para negar que, mais uma vez, esperava-se mais da seleção brasileira de judô que participou de duas etapas de Oberwart (Áustria) e Roma (Itália) da European Cup, a antiga Copa do Mundo, etapa de menor valor no Circuito Mundial. Foram duas de ouro, duas de prata e três de bronze.

Fiz três textos sobre as competições para a Agência Estado  e ali estão todos os resultados brasileiros (dia 1 e dia 2 na Áustria, dia único em Roma). Mas aqui vale algumas considerações:

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FELIPE KITADAI – Vinha em má fase, depois de ser eliminado na estreia no Mundial do Rio e nos Grand Slams de Tóquio e Paris. Na Áustria, porém, venceu três lutas e ficou com a prata, vencido por um japonês. Bom para a moral de um atleta que é titular da seleção e tem tudo para ir à Olimpíada.

MARIANA SILVA – Uma das categoria em aberto é a de até 63kg. Mariana Silva já havia ido até a repescagem em Paris e agora ficou com a prata em Roma, vencendo inclusive a xará Mariana Barros na semifinal. Katherine Campos perdeu na estreia nas duas competições. Ou seja: caminho aberto para Mariana voltar a ser a titular.

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RAFAELA SILVA – Voltou a conquistar resultados. Foi bronze em Paris e ouro em Roma. Fez o que se espera de uma campeã mundial: subir regularmente ao pódio, ainda que nem sempre vencendo. Assumiu a liderança do ranking.

LUCIANO CORRÊA – Outra categoria sem titular. Quatro brasileiros lutaram na até 100kg e Luciano não precisou enfrentar nenhum atleta relevante no cenário Mundial para ficar com ouro. Enquanto isso, Renan Nunes, Rafael Buzacarini e Hugo Pessanha perderam na primeira luta. Renan e Hugo já haviam ido mal em Paris. Ou seja: caminho aberto para a volta de Luciano à titularidade, também.

MARIA PORTELA – Maria Portela vem em má fase. De maio para cá, só foi bem no Mundial, terminando em sétimo. Caiu na estreia em Tóquio, Moscou e no Masters e na segunda rodada em Paris. Em Roma, também ficou na primeira luta. Não se justifica mais como titular da seleção, apesar de Nadia Merli (Paris e Roma) e Bárbara Timo (Roma) também não terem ido bem.

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ALEX POMBO – A outra categoria com problemas é a até 73kg no masculino. Na mesma semana em que se tornou o número 1 do Brasil, passando Bruno Mendonça, Alex Pombo conseguiu o bronze na Áustria, enquanto Bruno perdeu na luta da medalha, terminando em quinto. Por enquanto vai encaminhando a titularidade.

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