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Mesmo desfalcado, Troféu Brasil de Saltos Ornamentais vê cinco índices

Demétrio Vecchioli

15 de abril de 2013 | 20h29

Linda foto de Alice Kohler, no https://www.facebook.com/SaltosOrnamentais

Linda foto de Alice Kohler, no facebook.com/SaltosOrnamentais

Terminou com cinco índices para os Grand Prix da FINA o Troféu Brasil de Saltos Ornamentais, neste fim de semana, na piscina do Fluminense. O clube tricolor, que dispensou Juliana Veloso no ano passado, também competiu sem Luiz Felipe Outerelo e Ingrid Oliveira, que estão em intercâmbio na China.

O APOE (RJ) foi campeão mesmo sem Andressa Mendes, que também está na China. Diante de tantos desfalques, não dava pra se esperar um nível técnico mesmo muito alto. Além dos três, também não competiram Ian Matos e Rui Marinho, que tinham boas chances de fazer índice, e a veterana Juliana Veloso, grávida.

A CBDA vai levar equipe para os GP de Fort Lauderdale (EUA) e San Juan (Porto Rico), na primeira metade de maio. Confesso que não sei (e não sei se alguém sabe) se os atletas de alto nível que não competiram no Troféu Brasil podem ser convocados.

Plataforma Feminino – Natali Cruz (APOE) foi a melhor, com 270 pontos, ficando a 15 do índice. Sua irmã Nicoli fez 219, piorando mais de 50 pontos em dois anos. Milena Sae (CSCA), que no ano passado havia feito 282, dessa vez somou só 203.

Trampolim masculino – Mesmo machucado, César Castro passou o índice de 395 pontos. Voltando de lesão, ele não participou da final na sexta e competiu sozinho no domingo, sem contar pontos para o Troféu. Somou 426 pontos. Mesmo sem o veterano, a prova foi ótima, com três boas surpresas. Rafael Zambaldi (CSCA) fez 374, Bira Barbosa (Pinheiros) 360, e Renato Leite (Fluminense) 355.

Trampolim feminino – Sem Juliana Veloso, seria difícil esperar um grande resultado na prova. Sem sua principal rival, Milena Sae não conseguiu repetir o desempenho dos dois últimos anos, quando beirou o índice 280, e fez 245 pontos. Foi seguida de Tammy Galera (Fluminense).

Plataforma masculino – Foram dois índices, com os veteranos Cassius Duran (399) e  Hugo Parisi (402). A prova não teve surpresas. Rafael Zambaldi ficou em segundo na final, com 322, longe dos 395 necessários, mas dentro da média dele nos últimos anos.

Sincronizadas – Nas provas em dupla, só um índice, com Nicoli e Natali Cruz, que fizeram os 285 pontos necessários na plataforma, repetindo o que fizeram em 2011. De resto, ninguém chegou nem perto. Reflexo de tantas ausências.

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