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Vitor Belfort na Olimpíada é factoide: regra proíbe

Demétrio Vecchioli

15 de maio de 2015 | 00h03

Antes que se crie qualquer polêmica porque Vitor Belfort afirmou nesta quinta-feira, que aceitaria um convite para lutar boxe olímpico na Olimpíada, é bom escrever com todas as letras para encerrar qualquer polêmica: é impossível. Diferente do tae kwon do, o boxe proíbe a participação de atletas profissionais na Olimpíada.

“Qualquer pugilista que entra em um contrato, memorando de entendimento ou qualquer outra forma de acordo, com uma entidade,  diferente da AIBA (Associação Internacional de Boxe Amador), relacionados a participação do pugilista no boxe profissional ou qualquer outro esporte de combate que não o boxe, não será elegível para participar de qualquer evento da AIBA, incluindo, para não deixar dúvidas, os Jogos Olímpicos”, diz a regra do boxe. Mais claro, impossível.

O esporte olímpico não precisa de atletas de outras modalidades para estar no noticiário. A um ano dos Jogos do Rio, são esses esportistas que têm criado factoides para se associarem à Olimpíada . Foi assim com Jenson Button (que disse que cogitou disputar o triatlo olímpico, superando os dois melhores do mundo na modalidade, que são também britânicos), Anderson Silva (um atleta suspenso por doping) e agora Vitor Beltort. Quem será o próximo?

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