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Início de ano para se tirar o chapéu ao presidente Paulo Nobre

Daniel Batista

30 de janeiro de 2015 | 14h08

Foram dois anos de muitas críticas e desconfianças da torcida e da imprensa sobre o trabalho do presidente Paulo Nobre no Palmeiras. Por isso, é preciso rever alguns conceitos. Neste ano, o trabalho do dirigente até aqui é muito bom e o orgulho do palmeirense nunca esteve tão elevado quanto agora e com todos os motivos do mundo. Mesmo as coisas em que o Nobre não teve participação direta, partiu dele a decisão de dar liberdade para alguém fazer, como na montagem do elenco, feita por Alexandre Mattos.

Foram 17 reforços. Deles, têm uns três ou quatro que não deverão fazer muita diferença e só vão ocupar espaço no elenco, mas isso faz parte. E reforços de impacto, como Arouca, que seria titular em qualquer time do futebol brasileiro. Zé Roberto, experiente com disposição de menino. E Dudu, que acabou sendo supervalorizado pelo interesse de rivais, mas sem dúvida é um grande jogador.

Se montarmos prováveis formações do Palmeiras com os jogadores atuais, o time reserva já é muito superior ao titular do ano passado. No comando técnico, bola dentro ao trazer Oswaldo de Oliveira. É um treinador competente e que sabe ter o grupo na mão. Se der total liberdade para trabalhar, tem tudo para ser um sucesso.


As finanças, que tanto foram assunto nos últimos dois anos, continua em pauta, mas como uma outra virtude. O Palmeiras tem dois novos patrocínios no uniformes, que fizeram a camisa valorizar 1450%. No ano passado, ela rendia R$ 2 milhões ao clube. Agora, são R$ 31 milhões e o valor pode aumentar ainda mais.

A função de Paulo Nobre foi muito bem feita e ele deu totais condições para que as coisas caminhem bem em 2015. Resta esperar para ver se todos os envolvidos também farão a sua parte e o Palmeiras volte a figurar entre os grandes do futebol brasileiro, que fala em títulos e não fugir de rebaixamento.

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