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Palmeiras mostra inteligência e ganha moral para o clássico

Daniel Batista

23 de outubro de 2014 | 00h18

O Palmeiras mostrou muita vontade e inteligência para evitar a derrota diante do Cruzeiro. E por muito pouco não conseguiu surpreender  o time mineiro em pleno Mineirão. O curioso é que o empate, que antes da partida seria um excelente resultado, se tornou ruim, pelo que foi o jogo e por ter levado o gol aos 47 do segundo tempo.

A tática de Dorival Júnior foi simples, mas deu certo. Ele armou uma formação até um pouco ofensiva, mas onde todo mundo tinha primeiro que marcar, para depois pensar em atacar. Na defesa, Tobio e o jovem Nathan deram conta do recado e pararam o forte ataque celeste.

Mas não tem como negar que Fernando Prass fez a diferença com pelo menos três grandes defesas. O goleiro voltou muito bem de lesão e pode ser o diferencial de um time limitado, que depende de Valdivia e de um dia inspirado de Henrique, mas que tem vontade. E o técnico Dorival Júnior parece que conseguiu colocar na cabeça dos atletas algo fundamental para um time de futebol: os jogadores sabem de seus limites.

O empate com o Cruzeiro serviu para dar mais moral ao time para o clássico com o Corinthians. O Palmeiras terá a volta de Valdivia e um Prass inspirado. O torcedor palmeirense pode esperar que o time pode até não vencer, mas com certeza vai lutar.

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