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Felipão acertou ao resgatar Maicon

Luiz Prosperi

21 de agosto de 2013 | 14h15

Desde a aposentadoria de Cafu, a seleção brasileira procura um herdeiro para a lateral-direita. Daniel Alves tem sido o eleito. De Dunga a Mano Menezes e agora Felipão, o lateral do Barcelona nunca perdeu a camisa 2 para os concorrentes. Aliás, nem tinha nem tem como perder. Laterais de verdade há muito tempo o Brasil não tem.

Nem adianta jogar a culpa em Cafu com o argumento de que ele não deu chance a nenhum lateral para cavar um espaço na seleção. Cafu reinou, batendo recorde de jogos com a amarelinha, porque era um jogador extraordinário, líder e um batalhador.

Quando ele saiu de cena, logo após a Copa do Mundo de 2006, os treinadores passaram a vasculhar os clubes em busca de um sucessor. Daniel Alves, em alta no fabuloso Barcelona, seria mesmo uma boa opção. Ele chegou devagarinho e tomou conta da posição.

Felipão, parece, está satisfeito com Daniel Alves. O Barcelona, idem. Mas o treinador da seleção precisa de um reserva de bom quilate para a lateral-direita.

A opção por Maicon tem tudo para dar certo. Maicon tem força, físico e futebol para trabalhar ali pelo lado do campo. E tem experiência de Copas do Mundo, algo que Felipão e, principalmente, Parreira adoram. Resta saber como Maicon vai responder ao chamado. Ele vem de uma temporada fraca no Manchester City e dá sinais de que pode renascer na Roma.

 

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