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Felipão não vai dirigir a seleção da China

Treinador brasileiro diz que está muito bem no Guangzhou Evergrande

Luiz Prosperi

28 Janeiro 2016 | 19h04

Felipão não vai assumir o comando da Seleção da China. O treinador, há sete meses no futebol asiático, disse ao blog nesta quinta-feira que não pretende deixar o seu clube, o Guangzhou Evergrande.

A notícia de que Felipão seria um dos candidatos a ser o treinador da seleção chinesa foi divulgada pelo jornal Changjiang Daily. O diário apontava ainda mais dois concorrentes: o espanhol Gregorio Manzano e o italiano Marcelo Lippi.

“Não é verdade que vou para a seleção. Estou bem aqui no time (Guangzhou) e, pelo o que sei aqui na China, eles já contrataram um chinês para dirigir a seleção”, disse Felipão.

O treinador gaúcho está no futebol chinês há sete meses e já levou o seu time ao título de campeão nacional e da Copa dos Campeões da Ásia. Em dezembro do ano passado, disputou o Mundial de Clubes no Japão, sendo eliminado pelo Barcelona na semifinal.

Felipão deixou o futebol brasileiro em maio de 2015, após a passagem pelo Grêmio, clube que assumiu tão logo foi demitido da seleção brasileiro por José Maria Marin, então presidente da CBF, e Marco Polo Del Nero, na época o vice da entidade, no fim de julho de 2015

Chateado por ter sido apontado, ao lado de Parreira, como o principal responsável pela derrota do Brasil por 7 a 1 para a Alemanha, Felipão entendeu que seria perseguido todos os dias se continuasse à frente de um clube no País. Quando surgiu a proposta de dirigir o Guangzhou, não pensou duas vezes.