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Felipão, Valdivia e o trapalhão

Luiz Prosperi

27 de outubro de 2010 | 22h12

Felipão e Valdivia precisam se entender.Três dias após o clássico contra o Corinthians, quando chileno saiu com dores na coxa (uma fibrose) depois de ter jogado apenas 38 minutos, o fato se repetiu. Incompetência tem nome.

Valdivia jogou apenas 18 minutos diante do Atlético-MG, quarta-feira à noite. Saiu com as mesmas dores na coxa que havia sentido no domingo. Alguém tem de explicar. Quem errou de novo? O treinador? Os médicos? E Valdivia não tem personalidade para dizer se pode ou não jogar?

A situação é grave e a imensa torcida do Palmeiras tem direito a uma explicação. O clube está sem comando.

O problema com Valdivia também não pode ser apontado como a causa do empate (1 a 1) contra o Atlético-MG pela Sul-Americana. Quem tem de pagar a conta é o árbitro Marcelo de Lima Henrique, um verdadeiro trapalhão.

Ele deu um pênalti em Lincoln. Depois, quando Kléber ia bater, voltou atrás alegando que Lincoln estava impedido. Impedimento que o bandeirinha não havia marcado.

Perdido ou mal-intencionado, o juiz ainda deu um pênalti inexistente de Márcio Araújo em Obina. Em nenhum momento teve o controle do jogo. É mais um da cota da péssima arbitragem que contamina o futebol brasileiro.

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