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Futuro do Palmeiras depende de Palaia

Luiz Prosperi

28 de dezembro de 2010 | 12h14

A eleição no Palmeiras está nas mãos de Salvador Hugo Palaia. Se o veterano dirigente retirar sua candidatura e passar para o lado de Paulo Nobre, é bem provável que a situação eleja o sucessor de Luiz Gonzaga Belluzzo em janeiro. A oposição, por enquanto, tem como barbada a vitória de Arnaldo Tirone, que estima em 150 o número de votos que receberá dos conselheiros.

A conta da situação é outra. O colégio eleitoral contará no máximo com 280 conselheiros. Desses 280, a oposição teria no máximo 120. O grupo de Paulo Nobre contaria com 100 a 105 votos e Palaia teria mais 30 votos. Nobre e Palaia juntos teriam 135. Restariam 25 votos em disputa entre os dois grupos. De acordo com analistas das eleições no Palmeiras, esses 25 conselheiros, que ainda não optaram por um candidato, devem migrar para o grupo com mais possibilidades de vencer o pleito. São eleitores volúlveis.

Por isso, a situação aposta tudo na desistência de Palaia em favor de Nobre. Palaia levaria seus 30 votos para Nobre e poderia ser o fator decisivo das eleições. Colocaria na sua conta a vitória de Paulo Nobre e do atual grupo que tem o poder no clube e ainda a derrota do grupo de Mustafá Contursi.

Projeções eleitorais nem sempre se confirmam. Como dizem os políticos, o vencedor será conhecido na abertura das urnas.

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