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Gilson Kleina na encruzilhada

Luiz Prosperi

14 de março de 2013 | 22h45

O Palmeiras não consegue se livrar de seus fantasmas. Diante de um adversário com 9 jogadores desde o início do segundo tempo, o Palestra não saiu do lugar. Gastou o tempo feliz da vida com a vitória parcial por 2 a1. E por pouco não cedeu o empate ao Paulista. Venceu na conta do chá.

Gilson Kleina não conseguiu enxergar uma luz para a escuridão em que seu time se escondeu. E ainda cometeu uma série de equívocos nas substituições. Quando perdeu Valdivia, que pediu para sair alegando uma contusão, o treinador ficou órfão no campo. Não havia mais uma cabeça pensante.

Kleina chegou na encruzilhada. Não tem mais desculpas. Tem peças de sobra para montar a engrenagem. Pode até reclamar da qualidade das peças, mas não da falta de opções.

As vaias da pequena torcida na noite desta quinta-feira no Pacaembu indicam que o treinador já não vive em porto seguro. Se o Palmeiras tem alguma ambição nesta temporada, a troca de treinador já se faz necessária. A cada jogo fica evidente o tamanho da insegurança de Kleina.

Uma hora dessa, Paulo Nobre e José Carlos Brunoro já estudam uma correção de rota. A conferir.

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