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Primeiros passos de Tirone no Palmeiras

Luiz Prosperi

20 de janeiro de 2011 | 12h16

Eleito presidente do Palmeiras, Arnaldo Tirone, até início da tarde desta quinta-feira, não tinha informações sobre a real situação do clube. Nas entrevistas que concedeu às emissoras de rádio, o novo dirigente disse que pretende dar continuidade ao trabalho que vem sendo feito no futebol. Garantiu a permanência de Felipão e reforços pontuais, sem grandes loucuras.

Tirone adiantou que vai se reunir com J.Hawilla, presidente da Traffic, para entender como caminha a parceria. Disse que vai pedir ajuda a Hawilla. “Ele (Hawilla) é um grande palmeirense e tenho certeza que vai nos ajudar.” Por esta ajuda, leia-se reforços para o time.

Arena Palestra Itália também é uma prioridade para o novo presidente. Tirone disse que não conhece os contratos do estádio, mas entende que a Arena pode transformar o clube. “O Brasil está crescendo, a economia está forte. Teremos a Copa e a Olimpíada aqui. Entendo que a Arena pode participar desses grandes eventos esportivos. Vai ser uma grande fonte de receita para o Palmeiras.”

Lições do pai
Tirone afirmou ainda que não será marionete do ex-presidente Mustafá Contursi. Sua base de ação tem muito da filosofia do seu pai, Arnaldo Tirone, dirigente que marcou época no Palmeiras nos anos de 1960. Tirone Pai vendeu Chinezinho, um craque, e comprou 11 jogadores que deram início à grande Academia do Palestra.

Se for fiel aos ensinamentos do seu pai, Tirone Filho pode sim vender, quem sabe, Valdivia e partir para construção de um novo time.
A conferir.

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