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Robinho pede passagem no Palmeiras

Luiz Prosperi

28 de fevereiro de 2015 | 21h46

Robinho não tinha certeza de que trocar o Coritiba pelo Palmeiras seria um passo importante na sua carreira. Consultou o amigo Alex, um ícone no Palestra Itália. Acostumado aos tempos de glória no Alviverde, em meados dos anos de 1990, Alex disse a Robinho para aceitar a proposta correndo. Ele aceitou na certeza de que o ídolo sabia o que estava falando.

Chegou ao novo clube na baciada de contratações neste início de temporada. Robinho seria um mero coadjuvante. Era apenas uma aposta do gerente Alexandre Mattos, acostumado ver raros diamantes no fundo do rio como poucos no futebol brasileiro.

Robinho chegou caladão e, de pronto, se assustou com “a imensidão do Palmeiras” – palavras dele ao repórter Daniel Batista. Percebeu que teria de arregaçar as mangas se quisesse escrever sua história no clube dos italianos. Conseguiu convencer Oswaldo de Oliveira que, por exercer até três funções como volante, meia e atacante, teria espaço no time.

Oswaldo, um observador atento das modernidades do futebol, enxergou em Robinho uma vertente de respostas aos seus problemas imediatos na armação da equipe e nos momentos de aperto em um jogo. E deu ao jogador a chance de mostrar serviço.

Robinho agarrou a chance como um faminto e foi em frente. Neste sábado, diante de 32 mil entusiasmados palmeirenses, ele garantiu a vitória do Palmeiras diante do Capivariano na festa de Arouca, estreante da noite e um dos reforços mais aclamados pelos torcedores.

Robinho marcou dois belos gols e, sem nada das grandes estrelas, já pede passagem para ser firmar de fato neste novo Palmeiras.

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