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Santos cai no ridículo

Luiz Prosperi

28 de fevereiro de 2011 | 21h38

O Santos demitiu Adílson Batista sem ter um substituto imediato. Luís Álvaro de Oliveria Ribeiro, presidente do clube, teve a coragem de bater à porta da CBF para pedir emprestado Ney Franco, técnico das seleções de base. Consta nos bastidores que em troca o dirigente romperia com o Clube dos 13, engrossando a lista dos aliados à CBF e Globo. Ridículo.

É bem capaz de Ricardo Teixeira sacolejar de rir com esta absurda proposta de Luís Álvaro. Aliás, a demissão de Adílson Batista foi muito mal esclarecida pela cúpula santista. Nos bastidores do clube, nessa segunda-feira, se dizia que o GUIA (Gestão Unificada de Inteligência e Apoio ao Santos) teria obrigado o comando do clube a demitir Adílson. O presidente e seus assessores não queriam despedir o técnico tão cedo.

Luís Álvaro, se é verdade que o tal GUIA exigiu a demissão, tem de se explicar. O badalado profissionalismo do Santos vai virar pó com essas atitudes passionais.

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