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Técnico do Palmeiras tem muita sorte

Marcelo Oliveira erra mais uma vez na escalação e volta do Maracanã com uma derrota magra para o Fluminense

Luiz Prosperi

22 de outubro de 2015 | 00h53

Marcelo Oliveira é um sujeito de sorte. Armou o Palmeiras errado mais uma vez, com medo de levar muitos gols do Fluminense no Maracanã. Levou dois, poderia ter sofrido mais se Fred não se machucasse. No fim das contas, viu seu time ser derrotado por apenas 2 a 1, resultado que não chega a ser uma tragédia no jogo da volta que vai definir o finalista da Copa do Brasil.

Mas por que Marcelo tem sorte? Simples. Ele sempre comete o erro, quando não tem todas as peças, de escalar a dupla Amaral e Andrei de volantes e Zé Roberto na lateral. Com esses dois, o Palmeiras marca mal e não tem saída de bola. Não por acaso o Fluminense dominou fácil o primeiro tempo.

No segundo tempo, como tem se repetido inúmeras vezes, Marcelo tirou Andrei e puxou Zé Roberto para jogador de volante e dar qualidade na saída de bola. Evidente que o Palmeiras cresceria. A diferença de Zé Roberto para Andrei é como o mar para o deserto.

Zé conseguiu o pênalti salvador e o gol para sorte de Marcelo Oliveira. A pergunta que fica: até quando o técnico do Palmeiras vai armar mal o time e se redimir no intervalo com trocas de peças?

Com a derrota por 2 a 1, o Palmeiras tem todas as condições de se classificar à final que, se nenhuma tragédia acontecer, será contra o Santos que atropelou o São Paulo no Morumbi.

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