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Times brasileiros prejudicados na Libertadores

Luiz Prosperi

11 de julho de 2013 | 20h36

O Atlético-MG que se cuide na final da Libertadores diante do Olímpia, do Paraguai. Sem levar em conta o bairrismo ou imaginando uma infeliz coincidência, o fato é que a arbitragem sul-americana errou muito nos jogos dos clubes brasileiros nesta versão do torneio sul-americano.

Nas partidas mais importantes, os árbitros deram enormes prejuízos aos times do Brasil. O corintiano, por exemplo, não consegue engolir o pênalti não marcado do zagueiro do Boca Juniors na disputa com Emerson Sheik – o sujeito deu um tapa na bola. O que falar então do impedimento de Romarinho e o gol anulado de Paulinho.

O Corinthians caiu eliminado e pode por na conta do paraguaio Carlos Amarilla. Afastado depois daquele jogo, ele não voltou mais para apitar na Libertadores.

O Fluminense também sentiu na carne pênaltis inexistentes marcados nos jogos decisivos com Emelec e Olímpia. Erros grosseiros que custaram a vida do Flu no torneio.

O Palmeiras foi outra vítima.Diante do Tijuana, no México, Wesley sofreu um pênalti – arrancaram até a chuteira do volante – e o juiz fingiu que não viu.

Na fase de grupos da Libertadores era nítida a má vontade dos árbitros quando tinham de apitar jogos dos brasileiros.

E a gota d’água caiu no jogo dramático do Atlético-MG contra o Newell’s Old Boys nesta quarta-feira no Independência. O árbitro não deu dois pênaltis a favor do Galo – um em Jô e outro em Diego Tardelli.

Tudo pode ser uma coincidência mesmo. Mas algo estranho se produz nos porões da Conmebol quando se vai escalar árbitros para os jogos envolvendo os times brasileiros.

Internacional, Santos e Corinthians conquistaram as últimas três Libertadores (2010, 2011 e 2012). Desde 2005 sempre um time brasileiro esteve na final da competição. Os senhores da Conmebol, parece, querem acabar com essa hegemonia. O Atlético-MG que se cuide.

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