Badalado, Humanidade 2012 reúne shows, exposições e instalações tecnológicas

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14 de junho de 2012 | 20h22

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Emanuel Bomfim, do Rio

Quem chega ao Rio de Janeiro, de imediato, tem a impressão que o marco da Rio+20 é o Forte de Copacabana, na zona sul do Rio, sede do ‘Humanidade2012’ – um dos eventos paralelos à Conferência. Também, pudera: uma estrutura imponente, tecnológica, montada no final da orla de Copacabana, à beira-mar, só poderia atrair olhares de curiosos e de quem nada tem a ver com a Rio+20.

Se a maior parte dos eventos tem sofrido para receber visitantes, como o Parque dos Atletas, a instalação vive badalada. Autoridades, jornalistas, crianças de escola pública, convidados, todo tipo de gente tem frequentado o local nos últimos dias. A programação ajuda, é bem verdade. Além dos seminários, há exposições interativas e uma programação cultural refinada, que já promoveu os shows de Maria Bethânia e Caetano Veloso. Tudo gratuito.

A direção artística do local é assinada por Bia Lessa, que recebeu a reportagem da Rádio Estadão ESPN nesta quinta-feira, 14. Segundo ela, foram necessários três meses para levantar a estrutura, toda formada por andaimes, tal qual uma obra em construção. “Foi um trabalho a fórceps, que é muito duro, porque é um esforço coletivo muito grande, ao mesmo tempo que é muito parecido com a situação vivemos atualmente: é importante que o homem de um passo à frente a fórceps”.

Há muito verde, materiais recicláveis, salas confortáveis e um auditório de babar. “Esse é um prédio todo transformado. Ele já veio de algo que já existia e será futuramente outra coisa, como eu, que hoje sou Bia Lessa e amanhã vou ser poeira”.

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