UFC: marketing agressivo

robertolira

14 de junho de 2013 | 11h32

Foi anunciada ontem uma associação entre a Ultimate Fighting Championship (UFC) e a Netshoes para o lançamento do site de vendas online oficial da modalidade no Brasil. Serão 2 mil produtos à venda. Parece um bom negócio: a empresa de e-commerce se junta a uma marca de forte apelo junto ao público e a marca esportiva tende a se beneficiar da garantia de entrega dos produtos nas compras via internet, algo muitas vezes difícil no ramo.

Esse acordo é uma oportunidade para comentar sobre como é bem feito o marketing do UFC. No passado, a modalidade era de nicho, o esporte tinha tão poucas regras que o apelido era “vale-tudo”. Perto da falência, a empresa UFC chegou  a ser vendida por míseros US$ 2 milhões em 2001. Devagar, começou a reconstrução. Hoje, a marca vale mais de US$ 1 bilhão.

Um

Documento

de aluna do Lato Sensu Universidade Mackenzie, produzido no ano passado, aborda as estratégias de marketing por trás da transformação da modalidade em esporte com grande audiência e capaz de atrair grandes patrocinadores. Não por acaso, a Globo adquiriu os direitos de transmissão para a TV aberta.

Hoje, são poucos os esportes que aproveitam tão bem as redes sociais e o conceito de videosharing propiciado pelo Youtube e outros, que estimula a globalização da disputa, que promove os eventos e cria novos “mitos”.

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