Cardeais do São Paulo não pretendem dar refresco para Raí, Lugano e Leco

Cardeais do São Paulo não pretendem dar refresco para Raí, Lugano e Leco

Dirigentes serão cobrados pelo futebol e também pelas finanças do clube

Robson Morelli

21 de março de 2019 | 13h55

O trio que comanda o futebol no São Paulo começa enfrentar resistência e cobrança por parte dos cardeais do clube. A paz que reinava desde a última eleição acabou. O presidente Leco, o diretor de futebol Raí e até Lugano, que faz parte da comissão mais próxima ao futebol, terão de se explicar a cada movimento no futebol, principalmente financeiro. Eles caminham nas alamedas do Morumbi pisando em ovos. Duas frentes serão cobradas: melhor futebol e possíveis conquistas nas competições deste ano (Paulistão, Copa do Brasil e Brasileirão) e uso do dinheiro.

O empréstimo de Diego Souza ao Botafogo sem custos pegou mal entre os conselheiros, mesmo com a intenção de reduzir a folha salarial em torno de R$ 600 mil. Os cardeais também querem saber das finanças. Entenda-se venda de jogadores, reforço do time, folha de pagamento e dívida do clube. Raí participou da reunião dos conselheiros nesta semana e também foi questionado sobre os mandos e desmandos do futebol. A oposição no São Paulo, que estava quieta, quer fazer mais barulho. Leco e Raí terão de administrar isso também.

A classificação para a fase de mata-mata do Campeonato Paulista vai dar um alento ao time e um tempo maior para a diretoria tomar fôlego. Se passar pelo Ituano, de Juninho Paulista, e chegar à semifinal, dará passo importante para conseguir trabalhar num ambiente mais tranquilo na etapas decisivas do Estadual e no começo de Copa do Brasil e Brasileirão.

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