Conheça regras e aparelhos da ginástica artística, um dos momentos mais bonitos da Olimpíada

Conheça regras e aparelhos da ginástica artística, um dos momentos mais bonitos da Olimpíada

Presente desde os Jogos de Atenas, em 1896, modalidade reúne homens e mulheres na busca da perfeição nos movimentos

Robson Morelli

27 de maio de 2020 | 17h30

 

A ginástica artística é um dos momentos mais bonitos dos Jogos Olímpicos. Parece que tudo acontece ao mesmo tempo no ginásio. São movimentos de precisão, força, agilidade coordenação, equilíbrio e muito mais. Não é fácil. São minutos, por vezes segundos de um trabalho de quatro anos em que nada pode dar errado. O psicológico conta muito. O mundo já produziu grandes ginastas ao longo da história das Olimpíadas.

A história registra que a modalidade já era praticada pelos gregos na Antiguidade, como forma de se expressar e buscar movimentos perfeitos. Esse conceito não mudou. O ginasta trabalha para que seus movimentos não tenham erros nas apresentações. Desde 1896, a ginástica artística figura nos Jogos Olímpicos. Em 1928, na Holanda, as mulheres começaram a participar.

A modalidade é praticada em diversos aparelhos e no solo. O Estadão mostra neste link as regras e os tipos de aparelhos existentes nos Jogos. A arte foi feita para os Jogos do Rio, em 2016, e estava sendo atualizada para Tóquio-20, quando o mundo foi atingido pela pandemia da covid-19. Tóquio-20 não existe mais. Os Jogos foram empurrados para julho e agosto de 2021. O Brasil tem bons competidores na modalidade.
CONHEÇA AS REGRAS E OS APARELHOS DA GINÁSTICA ARTÍSTICA

 

 

 

 

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