Deus salve o rei Messi e preserve todos os seus súditos no futebol, nós

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Como está jogando o craque argentino na Europa e ele levará isso para a Copa na Rússia

Robson Morelli

15 de março de 2018 | 11h07

A imagem de Messi abrindo os braços após um de seus gols para abraçar o Camp Nou e todos os torcedores do Barcelona é digna de aplausos. Memorável. Ele conduziu o time espanhol a mais uma vitória na Liga dos Campeões, mas poderia ter sido em qualquer outra competição, porque ele é magistral sempre. Desta vez, fez isso diante do Chelsea, que não é um qualquer, longe disso. Messi fez dois gols e ajudou num terceiro. Jogou como sempre. Mas naquela comemoração havia alguma coisa diferente nele, talvez pelo nascimento do terceiro filho, talvez pela faixa de God save the King que levantaram no estádio numa referência ao rival inglês, do país da Rainha.

AP Photo/Emilio Morenatti

Messi, aos 30 anos, continua o mesmo. Reina por uma década e não há uma só partida em que não entre em campo para fazer a diferença. Nem sempre joga como rei, mas nunca atua mal. Messi continua sendo daqueles jogadores que você gosta de ver em campo, que reúnem os amigos em torno de uma partida, por quem o torcedor, não só do Barcelona, tira o chapéu. Daí minha sensação de que ele fará diferença na Rússia. Por isso que acho que a Argentina chega para mais uma Copa com a possibilidade, desta vez, de ficar com o caneco. No Brasil, quatro anos antes, bateu na trave. Perdeu a final para a Alemanha. Messi, que já ameaçou abandonar a seleção, colocou na cabeça que essa será a sua Copa.

Pelo que ele está jogando nesta temporada, não duvidem do Rei.

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