Kléber não sai. É o que prometem os dirigentes do Verdão

Robson Morelli

26 de dezembro de 2010 | 17h01

O Cruzeiro trabalha nos bastidores para seduzir o atacante Kléber. A diretoria do clube mineiro e sua comissão técnica entendem ser o Gladiador um jogador que daria peso à campanha do time na Libertadores de 2011. Daí o namoro. Kléber conhece bem as instalações da Toca da Raposa e sabe que não se diz não ao Cruzeiro sem antes ouvir o que a família Perrella tem a dizer. É nisso que os mineiros apostam.

A sedução ao Gladiador passa pelo campeonato continental, mas também pela grandeza do clube. O Cruzeiro foi o segundo colocado no Campeonato Brasileiro. Esteve na briga pelo título até o fim. Tem um elenco forte e entrosado. Kléber faria dupla de ataque com Thiago Ribeiro, outro atacante que se achou em Belo Horizonte.

Perrella viu brecha nas declarações de Kléber sobre atrasos de salários e no seu desconforto com os dirigentes de futebol do Palmeiras. Partiu pra cima. O Palmeiras fez cinco anos de contrato com o Gladiador. Então haveria compensações. Esse é o medo da comunidade palmeirense.

Felipão não cogita nada. O Palmeiras ainda não contratou ninguém e não pode admitir a possibilidade de ficar sem um dos seus poucos jogadores de destaque. Dirigentes do clube também não aceitam conversar sobre o assunto. Nem se tiver outros jogadores envolvidos.

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