Mau uso da palavra ‘depressão’ para me referir a Hernanes. Valeu o puxão de orelha

Cuca aposta alto em meia para mudar a fase ruim do São Paulo

Robson Morelli

10 de junho de 2019 | 17h39

Fui procurado pelo jornalista Rodrigo Righetti, da Comcept, responsável em fazer a assessoria de imprensa do meia Hernanes, do São Paulo, sobre um post feito por mim com o uso da palavra ‘depressão’ para me referir ao momento do jogador na temporada. Concordo plenamente com Righetti sobre o mau uso da palavra empregada no título. Jamais quis dizer que Hernanes estivesse passando por problemas psicológicos. O texto não trata disso, como os leitores puderam constatar. Muito gentilmente, Righetti informou que o jogador “está longe dos filhos desde o início de 2017, quando foi vendido para o Hebei, da China, e que “ele e a mulher decidiram naquele momento que seria melhor para as crianças elas serem mantidas na escola e nas atividades que já faziam na Itália.” Hernanes foi à Itália para ver os  meninos na semana passada. Trata-se de uma “situação de 2 anos e meio, que já está bem consolidada para ele”. Righetti me explica que se há alguma falta de alegria hoje com Hernanes é muito mais porque as coisas não estão dando certo no São Paulo. Em nenhum momento pensei sobre a saúde do jogador, ou qualquer condição clínica a não ser a física, de campo, de bola, ou problemas outros além da prática do futebol. Hernanes viajou para a Itália semana passada para acompanhar um dos filhos doentes, conforme escrito no post anterior.

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