Palmeiras deve encaminhar negociação de Borja antes do meio do ano

Palmeiras deve encaminhar negociação de Borja antes do meio do ano

Atacante não tem mais crédito com a torcida nem com os conselheiros do clube. Pessoas ligadas ao presidente dizem que há oferta pelo colombiano

Robson Morelli

26 de março de 2019 | 09h45

A palavra final é do técnico Luiz Felipe Scolari, mas nem mesmo Borja acredita em sua permanência no Palmeiras. O atacante colombiano não tem mais crédito com a torcida, tampouco encanta os conselheiros do clube. Pessoas próximas ao presidente Maurício Galiotte dizem que há ofertas pelo jogador. A diretoria segurou o quanto pôde, sempre na expectativa de que Borja pudesse estourar, o que não aconteceu.

Ele e Guerra tiveram suas chances no clube, mas não deram certo. O Palmeiras começa a reconhecer isso e está disposto a repassá-los, colocá-los no mercado e aceitar propostas pelos seus contratos de trabalho. Borja é quem tem mais urgência de sair. O clube, ao lado de sua patrocinadora, tenta recuperar os R$ 33 milhões investidos na contratação. Quando chegou, Borja era artilheiro da Libertadores com o Atlético Nacional. Ele tem 33 gols no Palmeiras em 99 jogos. Mas esse não é mais o problema.

Suas apresentações ruins, a aparentemente pouca vontade de correr e de envolver, de brigar pela bola e as chances que desperdiça de gols têm incomodado o torcedor e feito Felipão olhar para outras opções. Arthur Cabral é uma delas. O clube pode ir para o mercado também, o que deve ocorrer no meio do ano. A comissão técnica teria chegado à conclusão de que precisa de um atacante mais regular e com faro de gol dentro da área. Felipão gosta de “empurradores” de bola para o gol. Não precisa mais do que isso, já que tem um meio de campo criador. Não fosse a “cabeça ruim” de Deyverson, ele seria titular do Palmeiras. O problema é não ter em quem confiar. Esse é o drama.

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