São Paulo não aceitou o ‘abandono’ de Militão e o obrigou a jogar contra o Corinthians

São Paulo não aceitou o ‘abandono’ de Militão e o obrigou a jogar contra o Corinthians

Jogador'avisou' que estava vendido e pediu para não jogar. Presidente Leco disse "não"

Robson Morelli

23 de julho de 2018 | 10h41

A diretoria do São Paulo, em comunhão com a comissão técnica de Aguirre, travou na sexta-feira a possibilidade de Militão não enfrentar o Corinthians sábado, pela 14.ª rodada do Brasileirão. O jogador bateu na porta do presidente Leco e informou que não jogaria mais no São Paulo. Tinha acabado de acertar sua transferência para o Porto por 6 milhões de euros. Depois de consultar Aguirre e ficar sabendo que ele treinou a semana toda como titular, a diretoria do clube se recusou a abrir mão do jogador no clássico. O agente do jogador teve de ser acionado. Houve discussão. O São Paulo ameaçou o jogador de não o liberar. Até que Militão recuou e aceitou em atuar.

O São Paulo ganhou do Corinthians por 3 a 1 e manteve sua distância de 1 ponto para o líder Flamengo. Com 29 pontos, o time do Morumbi se consolida na segunda posição da competição, uma vez que o terceiro colocado é o Cruzeiro, com 24. Mesmo se perder a próxima rodada, o São Paulo não vê sua posição ameaçada. Existe a possibilidade de Militão ainda fazer mais uma partida, a próxima, contra o Grêmio.

Os jogadores do Porto começam a se apresentar para a temporada.

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