Terminei o livro do Casagrande, escrito pelo Gilvan: é leitura obrigatória

Robson Morelli

09 de agosto de 2013 | 18h23

Casagrande e seus demônios, de Casão e Gilvan Ribeiro, amigo do Dipo e da vida, é livro obrigatório em todos os sentidos: para quem quer conhecer a história e os dramas do ex-jogador, hoje comentarista da Globo, e um cara bacana; para quem quer aprender a escrever; para quem quer apenas ler uma boa história de vida; para quem quer aprender a organizar uma reportagem.

Confesso ter lido o livro atrás de todas essas opções. E gostei muito. O problema com as drogas tido pelo ex-jogador é apenas parte dessa deliciosa biografia. Há muito mais nela, como a irreverência de um garoto que começou cedo a conviver com gente importante no futebol e na sociedade. Casagrande foi, sem dúvida, um jogador importante e de destaque no futebol e no País.

Gilvan, com o talento que aprendi a admirar ainda na redação do Diário Popular, quando lá pisei pela primeira vez em 1996, conseguiu reunir tudo isso em capítulos bem escritos e de leitura fácil e gostosa, uma grande reportagem, na verdade. Ao Casão, desejo a maior sorte do mundo em seus desafios. Ao Gilvan, agradeço o prazer proporcionado pela boa e divertida leitura.

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