Treinadores que fecham os treinos deveriam ser cobrados pelo que não vemos nos jogos

Treinadores que fecham os treinos deveriam ser cobrados pelo que não vemos nos jogos

São Paulo, de Cuca, por exemplo, travou tudo às vésperas dos confrontos com o Bahia e não mostrou nada de interessante em campo

Robson Morelli

30 de maio de 2019 | 13h34

Virou moda no Brasil do futebol moderno, e ruim, treinador fechar treinos. Quando muito, dão 15 minutos de observação e de tempo para os fotógrafos. Eles fecham os trabalhos, mas não mostram nada de novo nas partidas. Deveriam então ser cobrados pela direção do clube. Cuca fez isso no São Paulo. Felipão faz no Palmeiras. E assim vai. Quando o time em questão não mostra nada de novo ou revolucionário, não faz sentido fechar os treinos. Para o torcedor, fica a dúvida se o cara sabe mesmo trabalhar ou se está só enganando na profissão. Fechar treino é a maior desculpas que os técnicos arrumaram para tornar invisível trabalho mal feito. Esse São Paulo que não abre seus trabalhos também não mostra nada de diferente nas partidas. Nada. Pior, seus ‘professores’ perdem a chance de provar que sabem do riscado. Pelos resultados, pouco sabem.

 

 

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