Um time mais driblador contra o México

Robson Morelli

18 de junho de 2013 | 19h41

A seleção brasileira terá de mudar a sua cara para a partida contra o México. Os jogadores serão os mesmos que derrotaram o Japão na estreia, assim como o esquema tático. O que vai mudar é a velocidade do jogo, da bola, das tabelas no meio de campo. Essa é uma das formas que Felipão vê para que o Brasil supere os mexicanos e possa avançar na Copa das Confederações. Isso faz de Oscar um dos jogadores principais da seleção para essa partida. O meia do Chelsea, que não teve lá grande atuação diante dos japoneses, terá de melhorar e assumir o jogo, como fez contra a França, ainda em amistoso em Porto Alegre.

Felipão também já falou que não quer que seus zagueiros estiquem bolas para os atacantes sem que ela passe pelo meio de campo. Isso não existiu contra o Japão, mas também nem foi necessário. Com a posse de bola e muita velocidade, o treinador entende que o Brasil poderá criar jogadas e ocupar espaços no campo do rival.

O México perdeu na estreia para a Itália e agora precisa vencer o Brasil para continuar sonhando com a classificação. O Brasil sabe que não pode dar mole, principalmente porque os mexicanos têm sido um adversário apimentado e indigesto para os brasileiros.  Foram eles, quem não se lembra, que tiraram do time de Neymar, Lucas e companhia a inédita medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres.

Por isso é bom ficar esperto, Brasil!

Felipão também libera seus dribladores, Neymar sobretudo. Ele disse em sua entrevista que alguns jogadores do Brasil terão de vencer seus duelos com os marcadores. Além de Neymar, referia-se aos laterais Marcelo e Daniel Alves. Uma jogada vencida no 1 contra 1 e a seleção poderá abrir uma avenida na defesa mexicana.

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