Uma nova chance para Gil

Robson Morelli

24 de setembro de 2009 | 22h45

Gil, o atacante que assinou com o Flamengo até o fim de 2010, é conhecido do torcedor paulista. Estava sem jogar no Inter, mas começou sua carreira no Corinthians. Fui o primeiro repórter a fazer uma reportagem de fôlego com o garoto no fundo do ginásio do Parque São Jorge, onde ficavam os alojamentos do clube. Gil dormia num quarto com outros dois ou três meninos, em beliches. Era apontado, mas não tratado, como a nova joia da categoria de base do Corinthians. O então diretor de futebol Antônio Roque Citadini era o mais entusiasmado com o jogador. Dizia, num misto do que pensava e de pura provocação, que Gil era melhor que Kaká, a outra fera que surgia no Morumbi. “O Kaká tem é muita mídia. O Gil é melhor que ele”, dizia. O tempo provou que o cartola estava equivocado. Kaká foi eleito o melhor do mundo, disputou Copa, jogou no Milão e agora defende as cores do Real Madrid. Gil, de 29 anos, se perdeu em algum momento na carreira. Estava encostado em Porto Alegre e agora terá nova chance no Flamengo. Sorte ao pequeno Gil.

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