Veteranos do Corinthians tomam surra dos moleques do Santos

Robson Morelli

29 de janeiro de 2014 | 23h33

Ñem acho essa geração santista lá essas coisas. Mesmo assim, a diferença dos moleques da Vila contra os veteranos do Corinthians foi percebida desde o primeiro minuto de jogo. No pique, marcador corintiano nenhum pegava os moleques de Oswaldo de Oliveira, que sorria satisfeito à beira do gramado. E um dos mais veterano dos Santos, o volante Arouca, comeu a bola. O fato é que esse Corinthians de Danilo e Douglas, que entrou no segundo tempo, parece não andar mais no mesmo nível dos adversários. Uma Ferrari contra um Fusquinha.

É claro que diante de rivais de menor expressão deste Paulistão, o time de Mano Manezes vai sobrar. Mas o que se viu no clássico com o Santos nesta quarta, jogo de gigantes, foi algo bem diferente. Um passeio. O Corinthians não acompanhou o Santos nem no primeiro tempo nem no segundo. Teve até drible da vaca em contra-ataque mortal. Foi muito fácil: 5 a 1 fora o baile.

Enquanto estiver no Paulistão, tudo bem. Não tenho dúvidas de que o Corinthians vai chegar. Mas o alerta vale para o Brasileirão, quando os rivais são mais duros e preparados. 2013 já foi difícil. O Corinthians tomou um baile do Santos. Essa é a verdade. Guerrero, o herói do Mundial, parecia jogador de pelada, talvez inconformado com a surra, os gritos de olé da torcida e o totó levado em campo, na bola, de pé em pé.

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