Incomodado, Kaká promete se policiar – e nega cirurgia no púbis

Estadão

22 de junho de 2010 | 09h21

JOHANNESBURGO – Kaká continua com o discurso de que sua expulsão de campo no domingo na vitória sobre a Costa do Marfim foi injusta. Mas admite que pretende se cuidar mais nas próximas partidas.

“Acho que vou me policiar um pouco mais em campo, a arbitragem nesta Copa tem sido severa, acredito que nenhum dos cartões foram necessários. Ninguém tem sangue de barata, apesar do grupo ser tranqüilo, mas em nenhum momento a seleção desrespeitou ou criou problemas. Vocês nunca viram a seleção brasileira retroceder.”

O meio-campista negou ainda que fará uma cirurgia no púbis ou que tenha atuado com dores pelos problemas no local. “Sinto dores, mas não no púbis, sinto como todos os atletas. Isso [cirurgia] não é uma coisa que penso no momento, os médicos não aconselham, tem que esperar e avaliar depois da Copa.”

Kaká aproveitou o momento para criticar o colunista do Uol e da Folha de S.Paulo, Juca Kfouri, a quem apontou motivos religiosos pelos problemas. “Algum tempo os canhões do teu pai [em resposta a André Kfouri, da ESPN Brasil] tem me atingido de alguma forma. Isso não é por motivo profissional, o problema dele é por eu dizer da minha fé em Jesus Cristo e ele ser ateu”.

Ele terá sete dias para treinar e se recuperar para a partida das oitavas de final. Vai cumprir apenas uma partida de suspensão.

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