Portugal 0 x 0 Brasil – As atuações dos jogadores da seleção

Estadão

25 de junho de 2010 | 12h59

JÚLIO CÉSAR – Desta vez até rasgou a camisa numa disputa dura de bola, mas passou boa parte do jogo mais orientando o time do que qualquer outra coisa.

MAICON – Às vezes embolava com Daniel Alves, e também não estava no melhor dos dias nos cruzamentos. Na marcação, sem problemas.

LÚCIO – Deu carrinhos, travou bolas, reclamou e tentou até o ataque, tanto no chute como às vezes fazendo o papel de armador. Foi o melhor do time brasileiro em campo.

JUAN – Tomou amarelo por colocar a mão na bola e cortar um lançamento português. Quase falhou no final. Mas foi bem no geral.

MICHEL BASTOS – Toca bastante na bola, mas não acertou um cruzamento e nem chutes a gol.

GILBERTO SILVA – O futebol eficiente de sempre na marcação, acompanhando Cristiano Ronaldo e quem chegasse primeiro de frente para a defesa brasileira.

FELIPE MELO – Arrumou confusão e apanhou. Saiu de campo no primeiro tempo com justiça porque senão seria expulso. Dia para esquecer.

(JOSUÉ) – Discreto e regular na marcação, como sempre. Não acrescentou ofensivamente, mas não devemos esperar isso.

DANIEL ALVES – Improvisado no meio-campo, tem a dificuldade de não ser efetivamente um armador. Corre, pede a bola constantemente, mas só criou jogadas pela lateral, sem sucesso.

JÚLIO BAPTISTA – É esforçado, voluntarioso, realmente um cara bom para ter no grupo. Mas não criou uma jogada ofensiva de perigo e nem teve como chutar a gol. Perdeu algumas divididas por confiar demais na força física.

(RAMIRES) – Jogou tempo suficiente para correr e quase marcar um gol, num chute horroroso mas que desviou num defensor e obrigou o goleiro a espalmar.

NILMAR – Acertou uma bola na trave. Correu bastante e ainda tentou criar uma ou outra jogada ofensiva. Merece elogios pelo esforço.

LUÍS FABIANO – O cartão amarelo que recebeu foi justo pelas duas pancadas que deu. Cabeceou com perigo ao gol no primeiro tempo. Mas não era seu dia, atuação discreta para apagada.

(GRAFITE) – Correu, tentou, mas jogou dez minutos, pouco para avaliação.

DUNGA – Surpreendeu ao colocar Nilmar como titular, acertou ao tirar Felipe Melo antes dele ser expulso, reclamou bastante e ainda discutiu com seu capitão Lúcio como há muito não se via. Quanto às alterações, fez o que podia com o que tem – e para quem estava bom empatar.

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