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Belo Horizonte não recebeu o que era esperado para a Copa das Confederações

Guilherme Faria

14 de junho de 2013 | 21h12

População da cidade se frustra com jogos pouco badalados e obras atrasadas

Guilherme Faria – Especial para o Estado

Escolhida para ser uma das cidades-sede da Copa das Confederações, Belo Horizonte se apresentava como uma das sedes mais preparadas para receber a competição. Animados com a possibilidade de ver estrelas do futebol mundial e melhorias na infra-estrutura da cidade, os mineiros encaravam o torneio como um marco no desenvolvimento da capital. Porém, o desdobramento dos fatos não atendeu à expectativa dos belo-horizontinos.

A primeira decepção dos mineiros se deu no sorteio das chaves da Copa das Confederações, quando foi definido que a cidade vai receber as partidas entre Taiti e Nigéria e Japão e México.

Outro ponto que desagrada é a mobilidade urbana, questão que também preocupa a organização da competição. Apontado como uma das principais soluções para o problema, o BRT, que estava previsto para ser concluído em março deste ano, só será entregue em dezembro. A expansão do Aeroporto de Confins também atrasou, e só deve ser entregue em abril do ano que vem.

Diante desse cenário, resta aos mineiros torcerem para que Brasil, Itália ou Espanha estejam presentes na semifinal que será disputada no Mineirão e também para que as obras prometidas sejam entregues antes da Copa do Mundo.

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