Cambistas agiam livremente antes de partida entre Alemanha e Gana
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Cambistas agiam livremente antes de partida entre Alemanha e Gana

Alemães e brasileiros disputavam quem conseguia vender mais entradas

Seleção Universitária

21 de junho de 2014 | 18h21

Alemães e brasileiros disputavam quem conseguia vender mais entradas

Alemão vende ingressos a poucos metros do Castelão (Lyvia Rocha/Seleção Universitária)

 

Lyvia Rocha – especial para O Estado de S. Paulo

FORTALEZA – A ação de cambistas, que já havia acontecido no último jogo na Arena Castelão, entre Brasil e México, voltou a ocorrer na tarde deste sábado, 21, de modo ainda mais intenso antes da partida entre Alemanha e Gana.

Já na escadaria que dá acesso ao Castelão, alemães e brasileiros disputavam quem conseguia vender mais entradas. “Vendo dois ingressos na categoria 1 por R$ 400”, gritava, em inglês, um homem vestido com a camisa da seleção alemã. “Aqui são quatro entradas na categoria 3 por R$ 400”, dizia outro com a camisa da seleção brasileira.

Do outro lado, os interessados nas entradas se aglomeravam no gramado próximo à escadaria que dá acesso ao estádio, tentando barganhar com os cambistas os valores dos ingressos. Em um dos casos, enquanto um cambista pedia R$ 150 para um bilhete na categoria 2, o torcedor que negociava com ele afirmava que só tinha a metade do valor. “Estou aqui tentando comprar, mas estão vendendo caro demais”, afirmou à Seleção Universitária um rapaz que não quis se identificar.

Faltando apenas cinco minutos para o início do duelo, muitos ingressos ainda estavam sendo vendidos por cambistas, com os valores caindo conforme a o confronto ia se aproximando. Com quatro ingressos em mãos, um inglês vendeu todas as entradas por R$ 200. “É melhor se livrar logo de tudo do que ficar no prejuízo total”, argumentou o torcedor.

Fiscalização. A poucos metros dali, policiais militares faziam a segurança de quem chegava à Arena para assistir o jogo. Porém, a ação policial ignorava a ação dos cambistas. A Seleção Universitária conversou com um policial militar que estava na área, mas ele não quis comentar a ação dos cambistas.

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