Apesar de transtornos por chuva, torcedores chegam à Arena Pernambuco
As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Apesar de transtornos por chuva, torcedores chegam à Arena Pernambuco

Foram 110 mm de chuva nas últimas seis horas

Seleção Universitária

26 de junho de 2014 | 13h06

Foram 110 mm de chuva nas últimas seis horas

Torcida se protegia da chuva em frente à Arena Pernambuco (Emanuel Leite Jr/Seleção Universitária)

Emanuel Leite Jr. – especial para O Estado de S. Paulo

RECIFE – A típica chuva do mês de junho recifense, que ainda não havia aparecido com intensidade em dia de jogos na Arena Pernambuco, não deu trégua à capital pernambucana nas últimas 24 horas. Somente entre as 4h e 10h desta quinta-feira, 26, foram 110mm de chuva. Ruas alagadas, canais transbordando e o trânsito complicado em diversos pontos da cidade. Os torcedores que se deslocaram para assistir Alemanha x Estados Unidos, contudo, conseguiram chegar ao estádio e o clima entre estadunidenses e alemães é de festa.

De acordo com a Defesa Civil do Recife, o índice pluviométrico das últimas seis horas é o equivalente a 28% do previsto para o mês de junho.

Em todos os jogos na Arena Pernambuco, o metrô tem sido o meio de transporte público mais utilizado pelos torcedores. E quem optou por esse meio hoje, não encontrou problemas para chegar ao estádio. O metrô fluiu tranquilamente, sem qualquer interrupção.

Chris Kelsay é de Washington DC e veio com os amigos Jordan Kupersmith e Natalia Rodriguez. Eles optaram pelo metrô e não tinham queixas. “Foi tudo bem”, disse Kelsay, que sequer se incomodou com a chuva. “Estou adorando o tempo. Está divertido.”

Os alemães Christian Frommer e Oliver Kress não tinham do que se queixar no que diz respeito ao metrô em si. A única crítica que fizeram foi à distância do desembarque do ônibus para o estádio. “Não compreendo porque precisamos andar tanto”, disse.

Torcedores que vieram de BRT ou que estacionaram seus carros no Parque do Cordeiro tiveram problemas debaixo do viaduto da Avenida Caxangá. Tradicional ponto de alagamento da cidade há décadas, o ponto gerou retenção de cerca de 15 minutos no tráfego a caminho da Arena.

Na Avenida Abdias de Carvalho e na BR-232, em que pese alguns pontos de alagamentos, o tráfego fluía sem grandes retenções. Contudo, quem deu azar de cruzar com alguma das delegações oficiais, teve que ficar parado por um bom tempo devido à escolta.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.